Prelúdio da Fúria

prelúdio da fúria (2017)

A História é contada por imagens e sons de dor e da fúria”. A frase, dita no idioma matriz do indígena Kamikia Kisedjê, abre e norteia o documentário Prelúdio da Fúria, primeiro filme do fotógrafo e artista visual pernambucano Gilvan Barreto. Nele, Gilvan articula um diálogo entre a obra e as experiências de oito fotógrafos e artistas visuais brasileiros ou radicados no país. Adelaide Ivánova (Recife/Berlim), Bruno Morais/Coletivo Pandilla (RJ), Hirosuke Kitamura (Japão/Bahia), Kamikia Kisedje (MT), Leo Caobelli/Coletivo Garapa (SP/RS), Lourival Cuquinha/Aparelhamento (PE/SP) e Virginia de Medeiros (BA/SP) partilham suas interpretações para o cotidiano de brutal violência, contradição e vulnerabilidade que se naturalizou na sociedade, em especial nos âmbitos tornados invisíveis por exclusão. A força motriz do trabalho dos artistas é alinhavada ao contexto de convulsão política que envelopou o Brasil em 2015 e 2016. 

Direção e roteiro: Gilvan Barreto

 

Produção: Carol Ferreira e Luiz Barbosa 

 

Direção de fotografia: Leo Caobelli

 

Som Direto: Lucas Ramalho, Antonio Carlos (Liliu) e Marcos Manna 

 

Edição de Som, desenho de som e mixagem: Gera Vieira 

 

Montagem: Fabian Remy e Natara Ney

 

Trilha Sonora: vários

 

Direção Musical: Pupillo

 

Com trabalhos de: Adelaide Ivánova (Recife/Berlim), Bruno Morais/Coletivo Pandilla (RJ), Hirosuke Kitamura (Japão/Bahia), João Castilho (MG), Kamikia Kisedje (MT), Leo Caobelli/Coletivo Garapa (SP/RS), Lourival Cuquinha/Aparelhamento (PE/SP) e Virginia de Medeiros (BA/SP).

 

Músicas de Cabelo (RJ), Carlos Trilha, Edgard Pererê, Fernando Catatau (CE), Fred Zeroquatro (PE), Karina Buhr (PE/SP), Marcelo Yuka (RJ), Marcia Castro (BA/SP).

Incentivo:

 

Lei de Incentivo à Cultura

 

Ministério da Cultura

 

Governo Federal do Brasil

 

Apoio: 

 

Rumos Itaú Cultural

 

© 2021 Jaraguá Produções

Recife/PE - Brasil

prelúdio da fúria (2017)

A História é contada por imagens e sons de dor e da fúria”. A frase, dita no idioma matriz do indígena Kamikia Kisedjê, abre e norteia o documentário Prelúdio da Fúria, primeiro filme do fotógrafo e artista visual pernambucano Gilvan Barreto. Nele, Gilvan articula um diálogo entre a obra e as experiências de oito fotógrafos e artistas visuais brasileiros ou radicados no país. Adelaide Ivánova (Recife/Berlim), Bruno Morais/Coletivo Pandilla (RJ), Hirosuke Kitamura (Japão/Bahia), Kamikia Kisedje (MT), Leo Caobelli/Coletivo Garapa (SP/RS), Lourival Cuquinha/Aparelhamento (PE/SP) e Virginia de Medeiros (BA/SP) partilham suas interpretações para o cotidiano de brutal violência, contradição e vulnerabilidade que se naturalizou na sociedade, em especial nos âmbitos tornados invisíveis por exclusão. A força motriz do trabalho dos artistas é alinhavada ao contexto de convulsão política que envelopou o Brasil em 2015 e 2016. 

Direção e roteiro: Gilvan Barreto

 

Produção: Carol Ferreira e Luiz Barbosa 

 

Direção de fotografia: Leo Caobelli

 

Som Direto: Lucas Ramalho, Antonio Carlos (Liliu) e Marcos Manna 

 

Edição de Som, desenho de som e mixagem: Gera Vieira 

 

Montagem: Fabian Remy e Natara Ney

 

Trilha Sonora: vários

 

Direção Musical: Pupillo

 

Com trabalhos de: Adelaide Ivánova (Recife/Berlim), Bruno Morais/Coletivo Pandilla (RJ), Hirosuke Kitamura (Japão/Bahia), João Castilho (MG), Kamikia Kisedje (MT), Leo Caobelli/Coletivo Garapa (SP/RS), Lourival Cuquinha/Aparelhamento (PE/SP) e Virginia de Medeiros (BA/SP).

 

Músicas de Cabelo (RJ), Carlos Trilha, Edgard Pererê, Fernando Catatau (CE), Fred Zeroquatro (PE), Karina Buhr (PE/SP), Marcelo Yuka (RJ), Marcia Castro (BA/SP).

Incentivo:

 

Lei de Incentivo à Cultura

 

Ministério da Cultura

 

Governo Federal do Brasil

 

Apoio: 

 

Rumos Itaú Cultural

 

© 2021 Jaraguá Produções

Recife/PE - Brasil

prelúdio da fúria (2017)

A História é contada por imagens e sons de dor e da fúria”. A frase, dita no idioma matriz do indígena Kamikia Kisedjê, abre e norteia o documentário Prelúdio da Fúria, primeiro filme do fotógrafo e artista visual pernambucano Gilvan Barreto. Nele, Gilvan articula um diálogo entre a obra e as experiências de oito fotógrafos e artistas visuais brasileiros ou radicados no país. Adelaide Ivánova (Recife/Berlim), Bruno Morais/Coletivo Pandilla (RJ), Hirosuke Kitamura (Japão/Bahia), Kamikia Kisedje (MT), Leo Caobelli/Coletivo Garapa (SP/RS), Lourival Cuquinha/Aparelhamento (PE/SP) e Virginia de Medeiros (BA/SP) partilham suas interpretações para o cotidiano de brutal violência, contradição e vulnerabilidade que se naturalizou na sociedade, em especial nos âmbitos tornados invisíveis por exclusão. A força motriz do trabalho dos artistas é alinhavada ao contexto de convulsão política que envelopou o Brasil em 2015 e 2016. 

Direção e roteiro: Gilvan Barreto

 

Produção: Carol Ferreira e Luiz Barbosa 

 

Direção de fotografia: Leo Caobelli

 

Som Direto: Lucas Ramalho, Antonio Carlos (Liliu) e Marcos Manna 

 

Edição de Som, desenho de som e mixagem: Gera Vieira 

 

Montagem: Fabian Remy e Natara Ney

 

Trilha Sonora: vários

 

Direção Musical: Pupillo

 

Com trabalhos de: Adelaide Ivánova (Recife/Berlim), Bruno Morais/Coletivo Pandilla (RJ), Hirosuke Kitamura (Japão/Bahia), João Castilho (MG), Kamikia Kisedje (MT), Leo Caobelli/Coletivo Garapa (SP/RS), Lourival Cuquinha/Aparelhamento (PE/SP) e Virginia de Medeiros (BA/SP).

 

Músicas de Cabelo (RJ), Carlos Trilha, Edgard Pererê, Fernando Catatau (CE), Fred Zeroquatro (PE), Karina Buhr (PE/SP), Marcelo Yuka (RJ), Marcia Castro (BA/SP).

Incentivo:

 

Lei de Incentivo à Cultura

 

Ministério da Cultura

 

Governo Federal do Brasil

 

Apoio: 

 

Rumos Itaú Cultural

 

© 2021 Jaraguá Produções

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